A violĂȘncia on-line contra os jornalistas contĂ©m um crescimento exponencial. As mulheres jornalistas sĂŁo particularmente expostas: resultados preliminares Um estudo recente mundial revelou que 73% das mulheres jornalistas interrogadas declararam ter sido vĂtimas de violĂȘncia on-line, em razĂŁo de seu trabalho jornalĂstico, e incluem ameaças de violĂȘncia fĂsica e sexual, alĂ©m de ataques Ă sua segurança numĂ©rica.
Media Defense luta contra a impunidade liĂ©e Ă violĂȘncia on-line. NĂłs ajudamos os jornalistas a se defenderem antes dos tribunaux graças Ă s subvençÔes para cobrir os frais jurĂdicos e para a assistĂȘncia jurĂdica pro bono para seus advogados.
A Defesa da MĂdia Ă© uma unidade de forças Ă s cĂ©lulas da CoalizĂŁo contra a violĂȘncia on-line para lutter contra a violĂȘncia on-line no encontro de jornalistas. A CoalizĂŁo oferece uma proteção, reforça a segurança numĂ©rica dos jornalistas e permite que meios de comunicação protejam seus funcionĂĄrios.
Aviso: ContĂ©m descriçÔes de violĂȘncia e assĂ©dio baseados em gĂȘnero. Fazendas de trolls e ameaças apĂłs a publicação de uma resposta no Twitter (agora X).
Relatores da ONU pedem proteção para a jornalista brasileira Schirlei Alves em meio a acusaçÔes de difamação decorrentes da cobertura de um julgamento por estupro. Uma carta.
Paola Ugaz Ă© uma premiada jornalista investigativa peruana. Em 2015, ela foi coautora, com Pedro Salinas, do livro intitulado
ViolĂȘncia online contra jornalistas LGBTQ+ A violĂȘncia online Ă© um problema generalizado e crescente em todo o setor da mĂdia. Como tal,