Introdução
Módulo 10: Violência contra periodistas
A violência contra os jornalistas, devido ao exercício do seu trabalho como comunicadores, constitui um terrível mecanismo de intimidação, que tem por fim procurar o seu silêncio, violentando a sua integridade física e moral.
Dentro do Sistema Interamericano de Direitos Humanos foi destacado que o exercício periódico só pode ser realizado de maneira livre quando as pessoas que realizam não são vítimas de ameaças, de agressões físicas, psíquicas ou morais ou outros atos de hostilidade.
Devido a ele, esses atos de violência não apenas vulneram os direitos da pessoa diretamente afetada, mas também afetam a esfera coletiva da liberdade de expressão e de pensamento. O anterior, considerando que esses atos de violência cometidos contra jornalistas ou pessoas que trabalham em meios de comunicação logrou seu objetivo de gerar intimidação em todo o grêmio dos comunicadores e das comunicadoras, que é o objetivo principal dos autores.
Assim que ele entendeu e expressou a Relação Especial sobre a Promoção e Proteção do Direito à Liberdade de Opinião e Expressão das Nações Unidas, ele afirmou que qualquer ataque contra um jornalista ou comunicador, em virtude do exercício de seu trabalho, é “um atentado contra os princípios de transparência e transmissão de contas, assim como contra o direito de ter opiniões e participar em debates públicos, que são essenciais em uma democracia”.(1)
Não existe dúvida no momento em que a imprensa se tornou um fator fundamental para a luta contra a corrupção e o crime organizado em muitos países da região, sem embargo, isso levou a um crescimento da violência contra os e os jornalistas. Dessa forma, foi identificada uma relação direta entre o aumento do poder desses grupos de criminalidade organizada e a violência contra os jornalistas, agravada nos últimos anos em alguns países da região.(2)
Se trata de um panorama de violência que atenta gravemente contra uma importante quantidade de direitos das pessoas que exercem o periodismo, e que se resume a um déficit de proteção por parte dos Estados, o que também foi evidenciado em diferentes estúdios da região.