Jornalista sob ameaça

Lydia Cacho é uma jornalista e defensora dos direitos humanos mexicana. Em 2005, ela publicou um livro denunciando uma rede de pedofilia que envolvia empresários e políticos de alto escalão. O livro recebeu grande atenção em todo o país e Cacho tornou-se alvo de represálias. Inicialmente, isso se deu por meio de ações judiciais abusivas – um processo criminal por difamação foi movido contra ela –, mas ela também foi detida ilegalmente e torturada. Desde então, ela tem sido alvo de ameaças e assédio constantes.

A MLDI apoiou a filial mexicana do grupo de defesa da liberdade de expressão, Artigo 19, para que assumisse o caso e apresentasse uma queixa à Comissão Interamericana de Direitos Humanos. A Comissão Interamericana emitiu uma decisão provisória em 2009, ordenando ao governo mexicano que tomasse medidas de proteção, e o Artigo 19 está agora trabalhando com o governo para implementar essas medidas e investigar as denúncias de detenção ilegal e tortura feitas por ela.

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*A entrevista deste artigo foi realizada no início de 2025 e foi reutilizada para esta matéria por ainda ser relevante. Lei peruana em vigor desde abril de 2025.

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Seis anos depois de o serviço de inteligência militar do Chile ter grampeado ilegalmente seus telefones, um tribunal condenou o juiz e o general responsáveis, naquela que grupos de defesa da liberdade de imprensa consideram a primeira sentença do caso.

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Um tribunal superior do Zimbábue rejeitou as acusações criminais contra Faith Zaba, editora do Zimbabwe Independent, e sua editora, encerrando um processo que durou quase um ano.

A liberdade de imprensa é essencial para a proteção dos direitos humanos.